Um dos objetivos na terceira oficina era trabalhar mais a autonomia de cada um dos participantes. No momento em que eles interagiam com a população, eles estavam mostrando que existem pessoas com deficiência visual em São Borja e que ainda há muito a ser feito quando o assunto é acessibilidade.
Tentei fotografar todo o processo de aprendizado que durou duas horas e agora compartilharei algumas fotografias daquela manhã com vocês:
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| Marcos, Tania e Alessandra fotografando uma menina no brinquedo de escalar. |
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| Alessandra fotografando um bebê no balanço. |
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| Ramão fotografando com o auxílio de Paulo. |
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| O grupo saindo da pracinha em direção à igreja. |
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| Luiz fotografando a prefeitura de São Borja. |
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| Marcos fazendo fotografia macro dos objetos da feira de artesanato. |
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| Paulo enquanto fotografava seus colegas. |
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| Alessandra e Luiz fotografando. |
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| Tania fotografando pessoas na calçada. |
Tudo o que acontecia ao nosso redor chamava a atenção do grupo, seja pelo barulho, pelo cheiro, pelas texturas... As pessoas nos paravam na rua e perguntavam o que estávamos fazendo e ao saber do que se tratava logo diziam: “então pode tirar uma foto de mim”.
Para reforçar o conteúdo sobre planos fotográficos, mais uma vez, utilizei o tato para explicar como uma imagem deveria ser enquadrada e para saber como ter uma distância correta do objeto sem tirá-lo do enquadramento. Já ao ensiná-los sobre iluminação, pude perceber que as pessoas cegas se utilizam da temperatura corporal para saber quando estão de frente para o sol ou na sombra, por exemplo, e com isso pude ensinar como eles poderiam evitar fotografias com muita ou pouca luz.
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