Como foi dito no post anterior,
antes de começarmos o conteúdo programado eu levei duas fotografias de cada
participante contornadas com tinta plástica. Utilizei está técnica para que
eles pudessem sentir o trabalho que estavam fazendo com as imagens, para que
eles soubessem como estavam respondendo ao aprendizado.
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| Ramão usando as mãos para sentir as imagens. |
Todo o grupo conseguiu
identificar do que se tratavam as imagens e aprovaram esta técnica. O uso da
tinta plástica foi uma saída econômica para possibilitar esta sensação aos
participantes do projeto.
Logo após dei início a oficina
sobre planos fotográficos. Mas como ensiná-los sobre planos? Passei todo o
conteúdo de forma oral e fui pedindo para que eles imaginassem as situações que
eu descrevia para exemplificar cada plano.
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| O grupo e eu durante a explicação do conteúdo. Da esquerda para a direita: Luiz, Marcos, Ramão, Paulo, Alessandra, Tania e eu, que estou de costas para a foto |
Depois da explicação, dividimos o
grupo de seis pessoas em duplas para que cada um tivesse a oportunidade de
colocar os planos em prática. Para eles saberem a distância que deveria ter
entre quem fotografava e quem era o modelo, eles chegavam perto da sua respectiva
dupla e sentiam a altura do colega, colocavam a câmera na altura do peito deles
(um ponto de referência) e davam alguns passos para trás. Também pediam para
que suas duplas falassem algo para que eles soubessem para qual direção apontar
a câmera.
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| Participantes fotografando suas respectivas duplas com o meu auxílio e do técnico do estúdio, Sáryon Azevedo. |
Nem todas as imagens ficaram
retas, bem iluminadas ou bem enquadradas, mas todos eles conseguiram cumprir
com a tarefa utilizando o tato e a audição para guiar a câmera e produzir as
fotografias.
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